por Luis Filipe Chateaubriand
Não é segredo para ninguém que acompanhe futebol que Romário é um gênio, quando se fala em fazer gols – talvez, e possivelmente, o maior de todos, no quesito gol.
Contudo, Romário cometeu erros na condução de sua carreira, que prejudicaram a ele próprio.
Um desses erros é que o craque não cobrava faltas e só começou a cobrar pênaltis quando tinha uns dez anos de carreira profissional.
Não seria difícil para Romário cobrar faltas de forma perfeita, que resultassem em gol.
Em primeiro lugar, porque quem bate na bola como Romário batia, com extrema categoria, teria facilidade em cobrar faltas.
Em segundo lugar, porque poderia treinar com quem sabe, no início de sua carreira no Vasco da Gama: Roberto Dinamite e Geovani.
Aprenderia o “macete” da coisa facilmente.
Quanto aos pênaltis, se tivesse começado a batê-los mais cedo, e com um pouco de treino, também não teria problemas com a tarefa.
“Resumo da ópera”: se batesse faltas e tivesse começado a bater pênaltis mais cedo, Romário teria feito mais uns 300 gols na carreira, em relação ao que fez, superando Pelé em gols.
Baixinho, “deu mole”, peixe!
Luis Filipe Chateaubriand é Museu da Pelada
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